segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

Lavar as mãos com água da chuva


Compostagem fecal e higiene sanitária permite duas situações:
  • Não proliferação de doenças que em locais sem condições sanitárias acontecem pela sua realização no meio ambiente sem o mínimo dos cuidados.
  • Lavar as mãos. A lavagem das mãos sempre foi um acto de higiene, agora mais acentuado pelo propagado vírus H1N1.

A água da chuva dá este contributo em locais onde é a única fonte de água disponivel. É uma das soluções propostas presentes nos objectivos do milénio das Nações Unidas.

quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

Chuva...e mais chuva

Desde ontem que chove em Portugal e de norte a sul são sempre as mesmas situações. Actualmente a pluviosidade acontece mais concentrada no tempo e na quantidade, o que origina problemas, estragos, transtornos no quotidiano nacional. É noticia pela negativa, pois a sociedade está adepta das calamidades, dos estragos alheios, da própria morte.
Quando o que acontece pode ser resultado das alterações climáticas, que são o espelho da nossa forma de vida, do nosso urbanismo desenfreado e pouco planeado, da nossa própria dependência energética
Quando chove já não chove com alegria, com o sentimento de alimentar o ciclo, de alimentar a vida, os campos ou as culturas. Quando chove alimenta-se o nosso consumo energético, os níveis dos nossos rios e das nossas águas subterrâneas, aquelas que ainda são alimentadas.
Mas quando chove nas noticias aparece a calamidade, a tristeza das populações, os bens destruídos, as casas inundadas. As gentes desesperam e a culpa é da chuva. Não é da construção em leitos de cheia, da concentração das margens dos rios, da impermeabilização e edificação, dos sistemas de drenagem. Não. É sempre para a chuva.
Até parece que é um novo fenómeno, que antigamente não chovia e que as cheias não aconteciam. A água da chuva anualmente é causa de grandes desastres naturais, talvez até a causa mais destruidora de vidas e bens.
Se em alguns casos lidamos com fenómenos climáticos extremos, em outros lidamos com erros humanos de gestão e de planeamento. E pensar que continuam a ser cometidos os mesmos erros, quando os avisos são da própria chuva. Quantos mais problemas serão precisos, quantas mais vidas e bens destruídos, para que se modifique este panorama de estagnação e de culpabilidade.
Chuva... e mais chuva. Quando é que vem o bom tempo?

terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Sarjeta recolhe folhas e liberta a água da chuva


Cuidado com a manutenção dos sistemas de drenagem das áreas urbanas. Sarjetas entupidas é sinónimo de aumento da escorrência superficial e de acumulação da água nos pavimentos.
Não seria apropriado que todas as sarjetas fossem equipadas com cestos de recolha de detritos?

quarta-feira, 16 de Setembro de 2009

Drenar apenas chuva


O outono está a chegar e as primeiras chuvas arrastam para os colectores, linhas de água ou rios grandes quantidades de químicos e de detritos.
Para além das modificações nas sarjetas de recepção é necessário fundamentalmente um comportamento mais cívico e de preocupação com o ambiente que nos rodeia.
O lixo é no caixote. É como o chão de Portugal fosse a nossa casa. Vivemos todos num espaço que merece esse compromisso.

quarta-feira, 9 de Setembro de 2009

Cloudwater

Hoje em Lisboa foi quase assim, chuva após um período de dois meses sem pluviosidade. Sente-se um ambiente húmido, mais fresco, mas o calor está de volta já da parte da tarde. Foi chuva de pouca dura.

domingo, 30 de Agosto de 2009

Casa Ecológica


Todas as casas deviam ser pensadas para o futuro,independentemente da criação arquitectónica. Adicionar conceitos como o aproveitamento da água da chuva, tratamento de águas residuais e reutilização, tratamento de águas cinzentas, coberturas verdes, áreas permeáveis, eficiência energética não é tornar a casa ecológica mas sim torná-la viva.
Vamos ambicionar esta mudança?

quinta-feira, 13 de Agosto de 2009

Férias no sudoeste Alentejano


De férias não estamos ausentes do que fazemos. Descansamos, observamos o pôr do sol, ficamos sem condicionantes de tempo. A Costa vicentina é paradisíaca. Todo o desenvolvimento deve escutar a natureza e aquilo que oferece.
Não massifiquem estas paragens, pois já temos problemas de desenvolvimento não planeado que cheguem neste país.
Quanto á água, esta brota na praia do Almograve e na maioria dos locais onde tenho estado. Podemos tomar um banho doce após um salgado mergulho.
Encontrei muitas empresas produtoras de fruta, flores, relva , onde a água é fundamental. O canal existente na zona é a fonte de abastecimento. Quanto ás Etares existentes já é tempo de introduzirem tratamento terciário para permitir a reutilização da água.